Informação profissional para a indústria de plásticos portuguesa

Três pontos-chave para a digitalização da indústria transformadora

13/09/2022

A Liferay, empresa americana que desenvolve software para criação de experiências digitais, divulgou recentemente aqueles que considera serem os três elementos essenciais para a digitalização da indústria transformadora que, nos últimos dois anos, sofreu importantes modificações, resultado da instabilidade gerada pela pandemia.

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1. Aposta definitiva no e-commerce B2B. O comércio atual vai muito para além das vendas online ao consumidor final. De acordo com dados da McKinsey, mais de 75% dos compradores B2B preferem agora interações online a interações presenciais, e isto é verdade mesmo em setores onde os modelos de vendas presenciais têm predominado tradicionalmente, como é o caso do automóvel ou, por exemplo, do farmacêutico.

Os especialistas veem, precisamente no compromisso destes setores com o B2B online, um fator muito positivo para todos os players da cadeia de abastecimento, desde distribuidores e grossistas a retalhistas. Todos eles exigem rapidez de resposta às mudanças do mercado, maiores volumes de informação nas fases de compra, para compreender melhor os produtos que estão a comprar, conteúdo mais atrativo, personalizado e completo, ferramentas de encomenda mais simples, métodos de pagamento mais fáceis, etc. As plataformas digitais que incluem uma estratégia sólida para o comércio B2B são um aliado tecnológico fundamental para este setor, já que permitem oferecer aos compradores conteúdos e experiências digitais únicas, atualizadas e adaptadas às suas necessidades.

2. Implementação de modelos SaaS. As diferentes modalidades hoje oferecidas pela nuvem podem ser um grande aliado para a indústria, hoje sob sob forte pressão devido ao aumento dos preços das matérias-primas e da energia e a problemas na cadeia de abastecimento, auxiliando as empresas nos seus processos de digitalização. A atual situação complexa pode beneficiar da implementação de modelos de nuvem flexíveis que reduzem o tempo de colocação no mercado, eliminam os custos de atualização e manutenção das plataformas tecnológicas e ajudam a baixar os custos das infraestruturas inerentes aos seus processos de digitalização. A modalidade SaaS está definida para permitir que empresas de todos os tipos possam digitalizar totalmente e desfrutar de grandes capacidades ou funcionalidades tecnológicas, reduzindo ao mesmo tempo os seus custos.

3. Low-code e No-code. Este método para criar aplicações de forma mais rápida e direta é outra tendência tecnológica que pode ser fundamental para responder às necessidades do setor transformador. Acelerar os processos de transformação digital, aumentar a competitividade e criar aplicações mais rapidamente são algumas das vantagens que oferece e que se enquadram muito bem num setor industrial que é obrigado a melhorar a eficiência e a capacidade de resposta às constantes mudanças no mercado. As tecnologias de Low-code e No-code aceleram os processos, facilitando a criação de funcionalidades ad-hoc de uma forma muito mais direcionada, minimizando os tempos de desenvolvimento. Esta tendência traz agilidade e melhora o desempenho das organizações.

“Adotar uma estratégia centrada no cliente e melhorar a experiência do mesmo é um ponto-chave para a digitalização da indústria transformadora. Utilizando novas plataformas digitais que integram as mais recentes tecnologias e confiando na flexibilidade da nuvem, a indústria terá uma grande ajuda para melhorar a sua competitividade e rentabilidade, servindo também como motor para otimizar as experiências digitais”, garantiu Carolina Moreno, vice-presidente de Vendas e diretora-geral da Liferay para o Sul da Europa.

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